terça-feira, 24 de abril de 2012


Google Drive é oficialmente lançado com 5GB gratuitos para armazenamento

Serviço oferece até 100GB de espaço pago, integração com outros serviços como Gmail e Docs e até reconhecimento de imagens


Google acaba de lançar oficialmente seu novo serviço de armazenamento de arquivos em nuvem, oGoogle Drive.

Os usuários começarão a utilizar o serviço com os 5GB de espaço paraarmazenamento de forma gratuita. Também há possibilidade de expansão da capacidade para até 100GB, mas o usuário terá que colocar a mão no bolso e pagar pelo espaço adicional.

Mesmo com integração total com o Docs, também do Google, a empresa caracteriza o novo serviço como a "evolução" da ferramenta de documentos, já que o Drive trabalhará em conjunto com o Docs, na mesma página. No momento, serão lançados aplicativos para PC, Mac e Android. Já os usuários de iOS ainda precisarão esperar.

O Drive também terá integração total com o Gmail, serviço de e-mails do Google. Não será mais preciso enviar os arquivos em anexo, já que o Drive dá a possibilidade de o usuário enviar links através do e-mail.

As ferramentas de busca do serviço também ganharam atenção redobrada. Será possível fazer pesquisas por tipo, dono e até atividade do documento. Haverá reconhecimento de conteúdo usando a tecnologia OCR, que "lê" imagens: por exemplo, se você baixar uma imagem escaneada de um recorte de jornal velho, poderá pesquisá-la usando uma das palavras citadas no artigo.

Google Drive também terá suporte para mais de 30 tipos de documentos, como vídeos em HD, arquivos do Photoshop e outros. Além disso, também terá 99,9% de uptime, ou seja, garantia de quase todo o tempo em atividade.



Lumia não é bom o suficiente para peitar Android e iPhone, informa agência.


“Ninguém vem a uma loja procurando por um Windows Phone.” Esse é o relato de um executivo de operadora de telefonia europeia em um relato exclusivo, sem revelar fontes, ao site da Reuters. A agência de notícias reporta que os aparelhos da Nokia em especial, os Lumias 710, 800 e 900, decepcionam em uma pesquisa feita com lideranças das principais telecoms do velho continente.
reportagem assinada por Leila Abboud e Georgina Prodhan levanta uma série de pontos que colocam a grande aposta da Nokia no sistema móvel da Microsoft em dúvida. Em resumo, a Reuters diz que “a aposta em desafiar a dominância do iPhone e do Android falhou em convencer as operadoras de telefonia na Europa”.
No texto, a mesma fonte que dá a declaração que abre este artigo diz o seguinte: “Se os Lumias, com mesmo hardware, viessem com Android em vez do Windows, seria muito mais fácil de vendê-los”. Ainda que a Nokia reporte vendas festivas da linha Lumia, a mesma companhia já avisou que os acionistas podem esperar um desempenho mais ou menos quando saírem os próximos resultados financeiros.
Situação complicada para os Lumias
Outro executivo, de outra operadora europeia, disse sob anonimato que seria bom para as empresas do setor se a dominância da Apple fosse reduzida. Essa resignação em torno da empresa da maçã se deve às barganhas que Tim Cook e sua equipe impõem às operadoras, como o número de aparelhos que devem ser comprados e a margem de lucro que praticam, bem como os subsídios oferecidos aos clientes.
Mesmo com a relação complicada diante da Apple, as operadoras consultadas pela agência dizem que a Nokia decepcionou em alguns sentidos. Por exemplo, ao lançar o Lumia 800 com problemas na bateria (solucionado por uma recente atualização de software). Dizem também que os produtos têm preço acima da média, visto que não são exatamente inovadores.
De acordo com a Reuters, as operadoras pagam algo entre 600 e 700 euros, enquanto smartphones da Samsung rodando Android saem na faixa de 300 a 500 euros. A agência diz que os Lumias custavam cerca de 220 euros no último trimestre.
De fato, o caminho escolhido pela Nokia não é dos mais fáceis. O Windows Phone — leia o miniblog Abrindo Janelas com as nossas experiências pessoais de uso do sistema — chega ao mercado depois que iPhone e Android já tinham posição dominante no mercado. Para completar, os produtos não são inovadores (opinião que compartilho com os executivos citados) e parecem custar muito no mercado europeu. É, Stephen Elop, dessa vez complicou.
A informação que tenho da Nokia Brasil é que o lançamento do Lumia foi um dos maiores da história da empresa neste país tropical e certamente o maior dos últimos anos. Falta saber como anda a vendagem dos Lumias nas lojas próprias e nas operadoras.

quarta-feira, 28 de março de 2012


Windows Phone perde desafio com Android, e Microsoft demora a reconhecer derrota

Iniciativa da própria Microsoft de provar que seu sistema é melhor não sai como esperado: Android se deu melhor em teste feito por usuário


A Microsoft quer provar que o Windows Phone é o melhor sistema móvel e preparou um desafio para os usuários de outras plataformas. Com o Windows Phone Challenge, usuários de Android e iPhone podem ir a uma loja Microsoft Store e observarem com seus próprios olhos como a plataforma da Microsoft é superior à dos concorrentes.

Pelo menos era isso que a Microsoft imaginava que aconteceria. Sahas Katta, um fã assumido do Windows Phone, foi a uma loja da Microsoft com um Galaxy Nexus para comparar a velocidade dos sistemas. Para a surpresa de todos os presentes, o smartphone da Samsung que usa o Android 4.0 foi superior ao com a plataforma da Microsoft.

De acordo com o The Verge, o teste foi simples e, teoricamente, favorecia o Windows Phone. Katta e um atendente da Microsoft Store verificaram a previsão do tempo para duas cidades diferentes em seus dispositivos. O Windows Phone conta com um aplicativo que permite mostrar condições climáticas de duas cidades na tela inicial com sua interface Metro.

Mas Katta baixou um app na loja Google Play que fazia a mesma coisa, e com uma vantagem: ele desativou a tela de bloqueio do smartphone e, assim, precisava apenas apertar o botão liga/desliga do aparelho para verificar a previsão do tempo para as duas cidades. No final, o Android era mais eficiente que o Windows Phone para essa tarefa.

Inicialmente, a Microsoft não gostou do resultado e não reconheceu a derrota. Os atendentes afirmaram que o Android não tem a capacidade de mostrar a previsão para duas cidades de estados diferentes, enquanto o Windows Phone tem. Porém, a empresa voltou atrás e reconheceu que oAndroid foi superior no teste.

Ben Rudolph, responsável pelo marketing do Windows Phone, se desculpou com Katta e presenteou o rapaz com um notebook e um celular com Windows Phone. Ele também desafiou Katta a um novo teste entre as plataformas.

terça-feira, 20 de março de 2012


Motorola Xoom 2 já Chegou ao Brasil.

Motorola Xoom 2 (sem "Media Edition") chegou ao Brasil e já está nas lojas à partir desta sexta-feira (16). O tablet é equipado com o Android 3.2 Honeycomb, processador dual-core de 1,2 GHz, display mais vivo e estrutura resistente. O produto custa R$ 1899, exatos R$ 600 a mais do que o seu irmão menor, “Media Edition”, de 8,2 polegadas, que chegou pouco antes ao mercado. 
O Xoom 2 é uma alternativa para quem precisa de uma tela maior e de ferramentas empresariais no tablet. Enquanto o modelo Media Edition é focado para o público geral, cujo focando mais em entretenimento, o seu “irmão maior” é um produto mais completo. Com o selo “Business Ready”, comprovando o foco, o tablet tem suporte a dados criptografados e aos aplicativos Citrix, GoToMeeting e QuickOffice pré-instalados. Além disso, o Xoom 2 possui uma bateria mais potente do que a do Media Edition (dura dez horas, contra seis do “mini”) e o exclusivo som 3D surround.
Medindo 253,9 mm x 173,6 mm x 8,8 mm e pesando de 603 gramas, o Xoom 2 tem especificações interessantes. Sua tela HD é de 10,1 polegadas, memória RAM de 1 GB, processador dual-core de 1,2 GhZ, câmera principal de 5 megapixel com Flash, que filma em alta definição e câmera secundária de 1,3 megapixel.

Outras duas características a se ressaltar são os aplicativos MotoCast e Motoprint. O primeiro permite streaming de vídeos, músicas e download de documentos direto de seu computador para o tablet. Sem precisar de cabos ou outros aplicativos. O segundo app, por sua vez, possibilita a impressão de arquivos pelo seu tablet, também sem fios.
O tablet apresenta ainda conectividades HDMI, microUSB e Bluetooth, memória interna de 32 GB (com suporte para mais 32 GB em um cartão de memória) e funciona também como controle remoto universal por meio de um sensor infravermelho.

Nokia revela preços dos smartphones Lumia no Brasil




O preço do Lumia 800 e do Lumia 710 não são mais segredo. A Nokia anunciou na tarde desta terça-feira (20), que os valores cobrados pelos dois smartphones serão: R$ 1.699 e R$ 999 (respectivamente). Depois de alguns meses de espera, a família de produtos Lumia chega às lojas no próximo dia 22 de março. 

Em comunicado, o presidente da Nokia disse que hoje se inicia uma nova fase para a companhia no Brasil. Ambos os Lumias rodam o sistema Windows Phone, desenvolvido pela Microsoft. A Nokia vem investindo no sistema desde o fim do ano passado, quando apresentou pela primeira vez os smartphones ao público.
O Lumia 800 é o mais caro. Oferece memória interna de 16 GB e câmera Carl Zeiss de 8 megapixels. Já o Lumia 710 chega para competir no mercado mais popular. Para tanto, sacrifica o armazenamento ( de apenas 8 GB) e a câmera (com 5 megapixels sem componentes Carl Zeiss). Ambos modelos não trazem slot para aumentar seus armazenamentos.
A Nokia destaca a presença do aplicativo Nokia Dirigir, que auxilia o motorista ao oferecer navegação ponto a ponto de forma gratuita. Outro app presente nos aparelhos é o Nokia Mapas, com monumentos em 3D e amplo banco de dados de pontos de interesse.
Tanto a TIM como a Vivo confirmaram o início da venda dos modelos Lumia em suas lojas no próximo dia 22. Em algumas dessas lojas, haverá evento aberto ao público para demonstrações das funcionalidades da família Lumia.
Até o momento, a Oi não havia se manifestado sobre a disponibilidade do Nokia Lumia em sua rede de varejo. A Claro informou que mantém um pré-cadastro em seu site.

Google abandona Android Market e lança o Google Play


A Google anunciou nesta terça-feira uma grande reformulação da Android Market, a sua loja de aplicativos para dispositivos Android lançada em 2008, que ganhou novo nome e novas funções. Chamada de Google Play, a plataforma de compras será atualizada aos poucos nos aparelhos Android, nos próximos dias. A Google Play terá as mesmas funcionalidades de loja virtual, mas com novo conteúdo, em um esforço para melhorar a experiência de compra de conteúdo digital. A partir de hoje, será possível compartilhar músicas, filmes, livros e aplicativos em aparelhos equipados com o sistema Android em alguns países. Os conteúdos de eBookStore e Google Music também farão parte da loja.
Além de melhorar a experiência de compra - um sucesso na App Store e na iTunes, da Apple - o esforço da gigante de buscas é parte de um projeto para diversificar a fonte de receita da companhia, que tem a publicidade online respondendo por até 96% do total. Com a Google Play, a empresa espera que mais pessoas que ocasionalmente acessavam a Android Market apenas para comprar aplicativos ou baixar programas gratuitos, comecem a considerar a compra de um ebook ou de músicas.
“Hoje nós estamos eliminando todos os problemas com o Google Play, um destino de entretenimento digital onde você pode encontrar, desfrutar e compartilhar suas músicas, filmes, livros e aplicativos favoritos na internet e nos seus smartphones e tablets Android”, escreveu Jamie Rosenberg, Diretor de Conteúdo Digital da Google, no blog da companhia.
De acordo com a Google, o Google Play é totalmente baseado em nuvem e armazena conteúdo online para que o usuário possa acessá-lo sempre que quiser, onde e como quiser (via desktop, smartphones e tablet Android). O usuário terá acesso a 20 mil músicas gratuitamente além de “outras milhares” de faixas pagas, diz a companhia. A loja também dá acesso a mais de 450 mil aplicativos e jogos para Android, a livros digitais e ao aluguel de filmes, incluindo lançamentos e títulos em HD.
Android Market, agora Google Play, vive a sombra da iTunes
Uma questão óbvia e que ainda precisa ser resolvida é exatamente no setor de músicas. Desde que a Google começou a vender faixas há quatro meses, apenas três das quatro maiores gravadoras - Vivendi SA’s Universal Music, EMI Group e Sony Music Entertainment - concordaram em oferecer conteúdo na Android Market. A Warner Music continua irredutível em fazer um acordo, desfalcando a loja em conteúdo.
Desde que foi lançada em outubro de 2008, a Android Market tem crescido constantemente ao lado do software Android, também da Google. Mais de 300 milhões de aparelhos Android estão em uso atualmente em todo o mundo; outros seis milhões são ativados a cada semana. A Android Market já reune mais de 450 mil aplicativos e a Google tem ainda mais de 4 milhões de livros, incluindo títulos gratuitos, e mais de 13 milhões de músicas e filmes disponíveis em seu catálogo.
Apesar de ter um tamanho bem razoável, a Android Market vive a sombra da App Store e da iTunes, da Apple, que lançou sua loja iTunes em 2003. Desde então, a Apple tem expandido o seu conteúdo e além das faixas musicais, vende filmes, livros, jornais, revistas e até livros didáticos. Atualmente, a loja da Apple tem mais de 550 mil aplicativos pagos e gratuitos e alcançou no sábado a marca de 25 bilhões de downloads.
Google Play não tem previsão para chegar ao Brasil
Nenhuma das alterações afetará arquivos que os clientes já adquiriram ou armazenam em aparelhos Android, administrados sob contas Google.
“Músicas, filmes, livros e aplicativos já comprados ou baixados vão continuar disponíveis através da Google Play, basta fazer login com sua conta Google, como sempre”, diz a companhia.
Entretanto, o lançamento pouco muda na rotina dos usuários brasileiros. Quem acessa o site play.google.com com uma conta nacional vê apenas a velha Android Market com nome e visual novo. Não é possível comprar ou baixar músicas, filmes e livros - apenas os aplicativos e jogos já disponíveis.
Já nos Estados Unidos, terra da Google, tudo já está disponível nesta estreia da Google Play. No Canadá e no Reino Unido, o serviço vai oferecer filmes, livros e aplicativos - sem músicas. Na Austrália, apenas livros e aplicativos, e no Japão, somente filmes e aplicativos. O serviço ainda não tem previsão para chegar ao Brasil, diz a Google

Google já supera jornais dos EUA em receita com publicidade


A receita do Google com publicidade já supera o faturamento de todos os jornais e revistas dos Estados Unidos com anúncios, segundo o The Guardian.
 
Com um crescimento de 29% em um ano, o Google superou todas as publicações impressas dos EUA com a receita em publicidade.
 
Os rendimentos com anúncios publicitários caíram 7,3% em 2011 nos jornais norte-americanos em relação a 2010. A indústria teve receita de US$ 23,9 bilhões. No ano anterior, o valor tinha sido US$ 1,9 bilhões superior.
 
Os números são da Newspaper Association of America (NAA, da sigla em inglês), que não registra valores de todos os veículos de mídia dos EUA. Porém, a Poynter estima que a receita com publicidade de toda a indústria é de US$ 34 bilhões.
 
Enquanto isso, o Google registrou um novo recorde na área de publicidade com receita de US$ 37,9 bilhões. Em 2010, esse número era de US$ 28 bilhões.